terça-feira, 15 de junho de 2010

Seleção Brasileira, a Justiceira do mundo

Hoje é dia de estreia para o Brasil, o primeiro passo da possível caminhada rumo ao Hexa. Para os torcedores, hora de torcer. Para os críticos, hora de secar. Mas pensando no jogo desta tarde e relembrando alguns fatos recente, tive um estalo (que até me demorou para acontecer, acho), e surgiu esse post.

O Brasil tem a obrigação moral e cívica de vencer a Coreia do Norte. Para todos aqueles que disseram que a partida contra o Zimbábue era um disparate e uma aberração política, perder hoje para os norte coreanos significa a mesma coisa. Um resultado negativo é dar armas ao regime ditatorial da Coreia do Norte, coisa que o mundo não quer. Perder será envergonhar e decepcionar todo o mundo livre e acenar feliz para tiranos sanguinários.

Aliás, vou além: o Brasil também não pode perder para a Alemanha. O Nazismo de Hitler não pode ficar esquecido no passado! No caso de um cruzamento com os germânicos, nós temos que vencer e não deixar que os novos herdeiros do Reich se esqueçam das atrocidades que cometeram. O Brasil tem que punir, através do futebol, as mazelas do mundo!

E os italianos também, podem esperar. Mussolini vive através de vocês, e nós do Brasil não vamos deixar isso para trás. Vocês não vão triunfar! E se houvesse uma China, na Copa, faríamos o mesmo. E com a Rússia, os antigos soviéticos malvados! Argentinos! Espanhóis! Todos vocês sofrerão nas mãos da Seleção Brasileira, a Justiceira do mundo, vingadora dos povos oprimidos e Arauto da Paz Mundial.

O Brasil nunca vai dará armas para regimes totalitários e violentos. Não deixará que o passado negro de países caia em esquecimento. Por isso, ao final da Copa, entregaremos o jogo para alguma seleção boazinha que nunca tenha feito mal a ninguém, que nunca tenha sido manchada por um Ditador ou um governo ilegítimo. Na final, perderemos para.... os Estados Unidos.

PS: Esse é um texto repleto de ironia.

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