O Real Madrid mudou de técnico, mudou a postura, mas perdeu mais uma vez. O clássico da Espanha foi vencido pelo Barça por 2x0, jogando em casa, em uma partida até tranquila. Os Merengues tiveram uma postura muito defensiva e com os desfalques de Van Nistelrooy (até o fim da temporada) e Robben (para variar) tiveram um ataque muito deficiente.
Eto'o marcou o primeiro da partida, já pelo fim do segundo tempo. Com o placar adverso, o Real partiu pra cima, deixou espaços e Messi aproveitou. Depois de ser castigado o jogo todo pelo sistema defensivo do time de Madrid, o argentino deixou o dele e deu números finais ao jogo.
Na Itália, Juventus x Milan foi também marcado pelo domínio de um time sobre o outro. No caso, a Juve atuou de maneira segura, saindo na frente com Del Piero convertendo um pênalti sofrido por ele mesmo. O susto veio com o gol de Pato, empatando a partida, mas que logo foi abafado com um de Amauri e outro de Chiellini. No segundo tempo, Ambrosini marcou em um chute que desviou na zaga da Juventus, para depois sofrer mais um de Amauri. No fim, 4x2 para a Velha Senhora de Turim.
O Chelsea teve a chance de tomar a ponta da EPL jogando contra o West Ham em pleno Stamford Bridge, mas empatou em um fraco 1x1. Partida morna, com o visitante saindo na frente. O 1x0 para o West Ham se manteve até meados do segundo tempo, quando Anelka empatou. A partida parecia que ia melhorar, e os Blues até cresceram no jogo, mas foram barrados pela ótima partida do goleiro Green. O empate frustou os torcedores do time Londrino, que perdeu a chance de liderar a Premier League.
Por agora, é isso.
domingo, 14 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Quem sobe e quem desce
Bomba do dia e contratação do ano que vem, assim foi visto o "pulo do gato" de Ronaldo. Deixando o Flamengo chupando o dedo, o Fenômeno assinou com o Corinthians e em pouco mais de 6 horas, vendeu todas as camisas com seu nome disponíveis na loja oficial do clube. Esse é justamente o efeito que Andrés Sanches esperava, e acertou na mosca (mais uma vez).
O Corinthians vem muito forte ano que vem, para no mínimo, repetir os passos do Grêmio. Do acesso à Libertadores, ou quem sabe, disputa pelo título. É perfeitamente possível com o elenco que o Timão possui hoje, sendo que ainda é bem provável a vinda de mais um ou dois reforços.
Por outro lado...
O Vasco perdeu já Edmundo (que decidiu não seguir meu conselho), Wagner Diniz (que já não era do time desde Setembro) e agora tem que lidar com a saída de Mádson, destaque do time na temporada. Isso deixa o já complicado caminho de volta à Série A ainda mais difícil. Felizmente, hoje foi anunciado o novo patrocínio do clube, com a Eletrobrás, que promete gerar uma boa receita para o clube.
Está aberta então (ou já estava) a temporada de contratações e desmanches. É esperar para ver, e fazer análises sobre os "novos" times do Brasil.
O Corinthians vem muito forte ano que vem, para no mínimo, repetir os passos do Grêmio. Do acesso à Libertadores, ou quem sabe, disputa pelo título. É perfeitamente possível com o elenco que o Timão possui hoje, sendo que ainda é bem provável a vinda de mais um ou dois reforços.
Por outro lado...
O Vasco perdeu já Edmundo (que decidiu não seguir meu conselho), Wagner Diniz (que já não era do time desde Setembro) e agora tem que lidar com a saída de Mádson, destaque do time na temporada. Isso deixa o já complicado caminho de volta à Série A ainda mais difícil. Felizmente, hoje foi anunciado o novo patrocínio do clube, com a Eletrobrás, que promete gerar uma boa receita para o clube.
Está aberta então (ou já estava) a temporada de contratações e desmanches. É esperar para ver, e fazer análises sobre os "novos" times do Brasil.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Os destinos e as oportunidades
Com o apito final de Santos x Naútico, chegou ao fim mais um Campeonato Brasileiro. Esse post tem como função comentar um pouco sobre os destinos selados pela competição, a mais disputada de todos os tempos.
O São Paulo sagrou-se Hexacampeão com méritos. A estrutura e o técnico do Tricolor fazem com que qualquer grupo de jogadores dê certo, mesmo aqueles sem grandes nomes. Com a exceção de três ou quatro jogadores, a maioria do time do São Paulo é apenas mediana e muito bem montada por Muricy Ramalho, o melhor técnico brasileiro hoje (junto com Felipão).
O Grêmio lutou até o fim, como de costume, e fez a sua parte. Não foi o suficiente, mas vale salientar o bom trabalho de Roth e o grupo comprometido e com espírito de luta.
Decepção da rodada, o Flamengo tomou uma sapatada do modesto Atlético Paranaense e ficou de fora da Libertadores. O Botafogo até ajudou, vencendo o Palmeiras, mas com o resultado adverso a vaga ficou mesmo com o Verdão.
Descendo mais, muito mais, vem o Vasco. Apesar da queda para a segunda divisão, o sofrimento acabou. Agora é trabalhar para se reestruturar, coisa que o clube tem totais condições de fazer. O ano que vem deve ser o divisor de águas para o Vasco, que precisa se ajeitar dentro e fora de campo, agora com Dinamite no comando e podendo iniciar seu trabalho.
Ainda sobre o Vasco, Edmundo e Pedrinho têm diante de si uma chance rara: embora ambos sejam jogadores reconhecidamente importantes para a história do clube, essa é a hora de assumirem a responsabilidade, pegarem as respectivas camisas e se doarem para trazer o clube de volta para a primeira divisão. É uma chance única para darem um último ato digno à suas carreiras.
Amanhã teremos a premiação dos Melhores do Brasileirão, que divide as expectativas com a revelação da CBF sobre quem são os envolvidos no caso Tardelli (já que a própria entidade admitiu saber quem eram os responsáveis). É esperar para ver.
O São Paulo sagrou-se Hexacampeão com méritos. A estrutura e o técnico do Tricolor fazem com que qualquer grupo de jogadores dê certo, mesmo aqueles sem grandes nomes. Com a exceção de três ou quatro jogadores, a maioria do time do São Paulo é apenas mediana e muito bem montada por Muricy Ramalho, o melhor técnico brasileiro hoje (junto com Felipão).
O Grêmio lutou até o fim, como de costume, e fez a sua parte. Não foi o suficiente, mas vale salientar o bom trabalho de Roth e o grupo comprometido e com espírito de luta.
Decepção da rodada, o Flamengo tomou uma sapatada do modesto Atlético Paranaense e ficou de fora da Libertadores. O Botafogo até ajudou, vencendo o Palmeiras, mas com o resultado adverso a vaga ficou mesmo com o Verdão.
Descendo mais, muito mais, vem o Vasco. Apesar da queda para a segunda divisão, o sofrimento acabou. Agora é trabalhar para se reestruturar, coisa que o clube tem totais condições de fazer. O ano que vem deve ser o divisor de águas para o Vasco, que precisa se ajeitar dentro e fora de campo, agora com Dinamite no comando e podendo iniciar seu trabalho.
Ainda sobre o Vasco, Edmundo e Pedrinho têm diante de si uma chance rara: embora ambos sejam jogadores reconhecidamente importantes para a história do clube, essa é a hora de assumirem a responsabilidade, pegarem as respectivas camisas e se doarem para trazer o clube de volta para a primeira divisão. É uma chance única para darem um último ato digno à suas carreiras.
Amanhã teremos a premiação dos Melhores do Brasileirão, que divide as expectativas com a revelação da CBF sobre quem são os envolvidos no caso Tardelli (já que a própria entidade admitiu saber quem eram os responsáveis). É esperar para ver.
sábado, 6 de dezembro de 2008
O mistério do Brasileirão
Agora desandou tudo. Só o que faltava para os conspiradores e "coitados" começarem (ou continuarem) com as teorias e acusações levianas ao Campeonato Brasileiro e seu vencedor. Se antes já tinha gente reclamando, agora então...
A história que envolvem o suposto envelope que chegou (ou chegaria) às mãos de Wágner Tardelli é ainda muito nebulosa. É preciso esperar mais até acusar ou mesmo insinuar qualquer coisa sobre o árbitro, que agiu corretamente ao pedir para ser retirado da rodada. Os dirigentes de São Paulo e Grêmio (prováveis interessados na manipulação do resultado na partida) se declararam surpresos, embora houvesse uma diferença dos tons. Enquanto a diretoria do Grêmio atentava para os cuidados a serem tomados com relação a qualquer julgamento de Tardelli antes que qualquer coisa seja esclarecida, o São Paulo se limitava a dizer que o árbitro sorteado para substituí-lo (Jaíton Macedo Freitas, da Bahia) era inexperiente, e que esse caso todo só tinha como função desestabilizar o elenco do Tricolor Paulista. Com isso, só se deve elogiar a Diretoria do Grêmio, que foi calma e atentou para a situação delicada do juíz, e criticar a do São Paulo, que parecia regida por menininhos egoístas e preocupados apenas com seu doce.
Deixando de lado esse caso em especial, é um tanto quanto preocupante ver que ainda acontecem coisas desse tipo por baixo dos panos do futebol. São sujeiras assim que quebram o encanto desse esporte maravilhoso, deixando margem para que todos contestem um título que até em então era legítimo (e talvez ainda seja, dependendo da investigação das autoridades). É realmente uma pena que um caso desses deixe em segundo plano a belíssima rodada que era prevista e que acontecerá em pouco mais de 12 horas. Mas quem se importa, agora?
A história que envolvem o suposto envelope que chegou (ou chegaria) às mãos de Wágner Tardelli é ainda muito nebulosa. É preciso esperar mais até acusar ou mesmo insinuar qualquer coisa sobre o árbitro, que agiu corretamente ao pedir para ser retirado da rodada. Os dirigentes de São Paulo e Grêmio (prováveis interessados na manipulação do resultado na partida) se declararam surpresos, embora houvesse uma diferença dos tons. Enquanto a diretoria do Grêmio atentava para os cuidados a serem tomados com relação a qualquer julgamento de Tardelli antes que qualquer coisa seja esclarecida, o São Paulo se limitava a dizer que o árbitro sorteado para substituí-lo (Jaíton Macedo Freitas, da Bahia) era inexperiente, e que esse caso todo só tinha como função desestabilizar o elenco do Tricolor Paulista. Com isso, só se deve elogiar a Diretoria do Grêmio, que foi calma e atentou para a situação delicada do juíz, e criticar a do São Paulo, que parecia regida por menininhos egoístas e preocupados apenas com seu doce.
Deixando de lado esse caso em especial, é um tanto quanto preocupante ver que ainda acontecem coisas desse tipo por baixo dos panos do futebol. São sujeiras assim que quebram o encanto desse esporte maravilhoso, deixando margem para que todos contestem um título que até em então era legítimo (e talvez ainda seja, dependendo da investigação das autoridades). É realmente uma pena que um caso desses deixe em segundo plano a belíssima rodada que era prevista e que acontecerá em pouco mais de 12 horas. Mas quem se importa, agora?
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Título colorado, cor de sangue
A decisão da Copa Sulamericana teve todos os ingredientes de uma final de Copa do Mundo. Jogo disputado, resolvido muito mais no coração do que na técnica e equilibradíssimo.
Verdade que o Internacional jogou muito abaixo do que era esperado, depois do show dado em plena casa do Estudiantes. O início do jogo em Porto Alegre também foi promissor, mas foi se tornando cada vez mais um embate equilibrado até que, em um dado momento, o Estudiantes dominou a partida. Com o fim do primeiro tempo, parecia que o Internacional voltaria mais calmo e pronto para explorar os espaços que o adversário naturalmente daria, quando tivesse que sair do jogo.
Nada disso aconteceu. Apesar de ter realmente voltado mais tranquilo, o Inter aproveitou muito mal os contra-ataques e não produzia. Alex e D'alessandro caíram de produção em relação ao primeiro tempo e deixaram o Estudiantes crescer. Assim, inevitavelmente, o adversário chegou ao gol e pôs fogo no jogo. Os minutos que levaram ao fim do segundo tempo mostraram um Internacional meio perdido e até amedrontado, mas que não se rendia. Nilmar corria para todos os lados, assim como Magrão (que saiu exausto na prorrogação).
No tempo extra, o Colorado pressionou a maior parte do tempo e, em uma jogada enrolada na área achou seu gol, faltando poucos minutos para o fim do jogo. O Estudiantes ainda teve tempo para ter um jogador expulso, mas nada mais.
Parabéns ao Internacional, que conquista mais um título (este inédito para clubes do Brasil) com todos os méritos. Foi o time que mostrou o melhor futebol e é apenas de se lamentar que o conjunto tenha demorado para se entrosar. Caso isso tivesse acontecido antes, sem dúvida seria um dos que hoje disputam a Libertadores e, quem sabe, estivesse até na disputa com São Paulo e Grêmio pelo título.
Verdade que o Internacional jogou muito abaixo do que era esperado, depois do show dado em plena casa do Estudiantes. O início do jogo em Porto Alegre também foi promissor, mas foi se tornando cada vez mais um embate equilibrado até que, em um dado momento, o Estudiantes dominou a partida. Com o fim do primeiro tempo, parecia que o Internacional voltaria mais calmo e pronto para explorar os espaços que o adversário naturalmente daria, quando tivesse que sair do jogo.
Nada disso aconteceu. Apesar de ter realmente voltado mais tranquilo, o Inter aproveitou muito mal os contra-ataques e não produzia. Alex e D'alessandro caíram de produção em relação ao primeiro tempo e deixaram o Estudiantes crescer. Assim, inevitavelmente, o adversário chegou ao gol e pôs fogo no jogo. Os minutos que levaram ao fim do segundo tempo mostraram um Internacional meio perdido e até amedrontado, mas que não se rendia. Nilmar corria para todos os lados, assim como Magrão (que saiu exausto na prorrogação).
No tempo extra, o Colorado pressionou a maior parte do tempo e, em uma jogada enrolada na área achou seu gol, faltando poucos minutos para o fim do jogo. O Estudiantes ainda teve tempo para ter um jogador expulso, mas nada mais.
Parabéns ao Internacional, que conquista mais um título (este inédito para clubes do Brasil) com todos os méritos. Foi o time que mostrou o melhor futebol e é apenas de se lamentar que o conjunto tenha demorado para se entrosar. Caso isso tivesse acontecido antes, sem dúvida seria um dos que hoje disputam a Libertadores e, quem sabe, estivesse até na disputa com São Paulo e Grêmio pelo título.
domingo, 30 de novembro de 2008
Água no chopp, ao menos por enquanto
O Fluminense cumpriu sua missão. O ponto conseguido hoje, no Morumbi, garantiu o time na Série A e o colocou na briga por uma vaga na Copa Sulamericana do ano que vem. Além disso, alegrou aos que secavam o São Paulo (principalmente Gremistas), impedindo que a festa do Hexa fosse comemorada em casa. Aliás, é de certa forma irritante a propriedade com que alguns afirmam que haverá festa do Hexacampeonato Tricolor, sem que isso esteja matematicamente provado.
Obviamente, antes dessa rodada, o São Paulo era favorito ao título, pela matemática. A questão que incomodava, ao menos a mim, era a certeza com que alguns afirmavam que o time seria campeão hoje, como se o jogo contra o Fluminense fosse mero detalhe. Mais que isso, a certeza de que o time será campeão, não importando os confrontos que faltavam. Existe grande diferença entre favoritismo e algo definido. Apenas esses cinco pontos de vantagem para o Grêmio, nesse campeonato tão equilibrado, pouco significa.
Dito e feito, o Fluminense acabou com a festa, por enquanto. E na última rodada, tudo pode acontecer. O futebol é uma... não, não. Muito batido. Mas vocês sabem...
Obviamente, antes dessa rodada, o São Paulo era favorito ao título, pela matemática. A questão que incomodava, ao menos a mim, era a certeza com que alguns afirmavam que o time seria campeão hoje, como se o jogo contra o Fluminense fosse mero detalhe. Mais que isso, a certeza de que o time será campeão, não importando os confrontos que faltavam. Existe grande diferença entre favoritismo e algo definido. Apenas esses cinco pontos de vantagem para o Grêmio, nesse campeonato tão equilibrado, pouco significa.
Dito e feito, o Fluminense acabou com a festa, por enquanto. E na última rodada, tudo pode acontecer. O futebol é uma... não, não. Muito batido. Mas vocês sabem...
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Seleção do Brasileirão
Com a divulgação hoje dos indicados para os prêmios de melhores do Brasileirão, começaram a pipocar as escalações da equipe do campeonato. Obviamente, eu é que não ia ficar de fora.
Exponho abaixo a minha Seleção do Brasileirão, e existem alguns "poréns", sobre os quais falarei depois. Lembrando sempre que essa equipe foi montada dentro das escolhas oferecidas pela CBF para cada posição!
Victor - Grêmio
Juan - Flamengo
Thiago Silva - Fluminense
Miranda - SPFC
Vítor - Goiás
Hernanes - SPFC
Ramírez - Cruzeiro
Alex - Internacional
Tcheco - Grêmio
Keirrisson - Coritiba
Nilmar - Internacional
Observações pertinentes:
1) Na minha opinião, o artilheiro do campeonato obrigatoriamente deve estar na seleção. Porém, como o campeonato ainda não acabou, e nesse caso específico, Keirrisson e Kléber Pereira (os dois mais fortes candidatos) estão disputando a mesma vaga (e a artilharia), optei pelo Keirrisson.
2) Dúvida cruel entre Diego Souza e Tcheco. O primeiro teve boas atuações no início do campeonato, mas caiu muito do meio para o fim. Já o segundo, se destacou na segunda parte da competição, e mantém um bom nível até agora.
3) Difícil também foi escolher o lateral direito. Nessa hora pesou minha consciência tática, e preteri Leonardo Moura, que foi tão bom quanto Vítor, mas que atua mais como ala e não defende tão bem.
4) Jogador digníssimo de nota: Madson. Na minha opinião deveriam abolir o prêmio "Craque da Galera" (que não passa de um chamariz para torcida), e instituir a categoria "Coração na Chuteira". Madson ganharia por unânimidade.
Sobre as outras premiações que irão ocorrer também, cito os meus escolhidos:
Treinador: Muricy Ramalho - SPFC (indiscutível, apesar do ótimo trabalho de Celso Roth)
Revelação: Keirrisson - Coritiba
Craque: Alex - Internacional
Árbitro: Leandro Vuaden - RS
Exponho abaixo a minha Seleção do Brasileirão, e existem alguns "poréns", sobre os quais falarei depois. Lembrando sempre que essa equipe foi montada dentro das escolhas oferecidas pela CBF para cada posição!
Victor - Grêmio
Juan - Flamengo
Thiago Silva - Fluminense
Miranda - SPFC
Vítor - Goiás
Hernanes - SPFC
Ramírez - Cruzeiro
Alex - Internacional
Tcheco - Grêmio
Keirrisson - Coritiba
Nilmar - Internacional
Observações pertinentes:
1) Na minha opinião, o artilheiro do campeonato obrigatoriamente deve estar na seleção. Porém, como o campeonato ainda não acabou, e nesse caso específico, Keirrisson e Kléber Pereira (os dois mais fortes candidatos) estão disputando a mesma vaga (e a artilharia), optei pelo Keirrisson.
2) Dúvida cruel entre Diego Souza e Tcheco. O primeiro teve boas atuações no início do campeonato, mas caiu muito do meio para o fim. Já o segundo, se destacou na segunda parte da competição, e mantém um bom nível até agora.
3) Difícil também foi escolher o lateral direito. Nessa hora pesou minha consciência tática, e preteri Leonardo Moura, que foi tão bom quanto Vítor, mas que atua mais como ala e não defende tão bem.
4) Jogador digníssimo de nota: Madson. Na minha opinião deveriam abolir o prêmio "Craque da Galera" (que não passa de um chamariz para torcida), e instituir a categoria "Coração na Chuteira". Madson ganharia por unânimidade.
Sobre as outras premiações que irão ocorrer também, cito os meus escolhidos:
Treinador: Muricy Ramalho - SPFC (indiscutível, apesar do ótimo trabalho de Celso Roth)
Revelação: Keirrisson - Coritiba
Craque: Alex - Internacional
Árbitro: Leandro Vuaden - RS
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
O urubu e sua caça
Com algum atraso (que inclusive me ajudou a ver os desdobramentos do ocorrido), venho aqui falar sobre o Flamengo e Cruzeiro da última rodada do Brasileirão, um jogo que tomou proporções bem além daquelas que a maioria gostaria, e por um motivo desnecessário.
Devo concordar com algumas das palavras do presidente do Cruzeiro. A maneira com que o erro do árbitro Simon está sendo tratado faz parecer que o jogo teve apenas 5 minutos, e que o Flamengo perdeu somente por causa do erro no lance sobre Diego Tardelli. Inclusive, erro que não julgo tão clamoroso como alguns outros dizem. Já vimos muitos lances parecidos com esse durante todo o campeonato, e entre marcados ou não, nenhum pênalti deu tanta repercussão.
Em tempo, pior que a repercussão exagerada em cima de um erro comum é a suposta atitude tomada pela diretoria do Flamengo de enviar um DVD com o tal lance para a FIFA, pedindo a exclusão de Simon do quadro da entidade. Me faltam palavras para classificar tal atitude, mas com certeza seria algo entre "ridícula" e "infantil". Não me lembro do Flamengo (ou qualquer outro time, aliás), fazer um DVD com erros dos juízes que favoreceram seus times. Para um grupo que cansou de tripudiar em cima de reclamações dos adversários sobre arbitragem, essa é sem dúvida uma atitude bem mais risível do que as outras.
Verdade que não é o primeiro lance em que Simon erra, ou hesita em marcar uma infração, contra o time da casa em um momento capital do jogo. Isso precisa ser revisto por ele mesmo, e falar que "ele ficou com medo do Mineirão" é puro palpite. Sua capacidade está fora de questão, pela qualidade que sempre mostrou ao apitar muitos jogos ao longo de sua carreira (tirando esses 3 ou 4 lances, mas que também não são exclusividade sua) e não deve se tornar caça de um urubu faminto, que perdeu o almoço para a raposa.
Devo concordar com algumas das palavras do presidente do Cruzeiro. A maneira com que o erro do árbitro Simon está sendo tratado faz parecer que o jogo teve apenas 5 minutos, e que o Flamengo perdeu somente por causa do erro no lance sobre Diego Tardelli. Inclusive, erro que não julgo tão clamoroso como alguns outros dizem. Já vimos muitos lances parecidos com esse durante todo o campeonato, e entre marcados ou não, nenhum pênalti deu tanta repercussão.
Em tempo, pior que a repercussão exagerada em cima de um erro comum é a suposta atitude tomada pela diretoria do Flamengo de enviar um DVD com o tal lance para a FIFA, pedindo a exclusão de Simon do quadro da entidade. Me faltam palavras para classificar tal atitude, mas com certeza seria algo entre "ridícula" e "infantil". Não me lembro do Flamengo (ou qualquer outro time, aliás), fazer um DVD com erros dos juízes que favoreceram seus times. Para um grupo que cansou de tripudiar em cima de reclamações dos adversários sobre arbitragem, essa é sem dúvida uma atitude bem mais risível do que as outras.
Verdade que não é o primeiro lance em que Simon erra, ou hesita em marcar uma infração, contra o time da casa em um momento capital do jogo. Isso precisa ser revisto por ele mesmo, e falar que "ele ficou com medo do Mineirão" é puro palpite. Sua capacidade está fora de questão, pela qualidade que sempre mostrou ao apitar muitos jogos ao longo de sua carreira (tirando esses 3 ou 4 lances, mas que também não são exclusividade sua) e não deve se tornar caça de um urubu faminto, que perdeu o almoço para a raposa.
domingo, 23 de novembro de 2008
A bola pune
Já dizia o avô: "o castigo vem à cavalo" ou "a justiça tarda, mas não falha". Pois é, hoje foi feita justiça no futebol, e das boas.
Sinceramente, não é de meu feitio criticar tenazmente algo ou alguém por um erro, até porque todos são passíveis de escorregões ao longo da vida. Adiciono ainda que, na tentativa de ser imparcial aqui no blog, procuro não deixar que essas críticas sobressaiam demais nos textos, mesmo quando deveriam. Acho que sou um pouco de morde-assopra, ou talvez eu tente mostrar sempre os dois lados da moeda. Porém, hoje não há.
O Grêmio pagou um alto preço pela sua "filosofia de jogo" (entre aspas, pela estupidez que significa adotar algo do tipo, quando tratamos de um clube e não de um técnico ou grupo de jogadores). Demitir Vágner Mancini durante o Gaúchão, quando ele vinha em uma boa fase, apenas porque ele jogava de forma ofensiva demais para os padrões Grêmio de jogo foi uma das coisas mais rídiculas que já vi em (alguns poucos, admito) anos de futebol.
Para seu lugar trouxeram Celso Roth, que não é um técnico ruim, mas que trouxe de volta exatamente o que o clube parecia querer: futebol feio e, nas palavras dos torcedores, eficiente. Pois aí está hoje comprovada a eficiência do futebol do Grêmio, sendo sumariamente humilhado frente a um time sem maiores pretensões no campeonato, em um jogo decisivo da reta final. E aí?
Vejam bem, não digo e nem teria a ousadia de dizer que, com Mancini, o Grêmio seria campeão, ou algo do tipo. O tema central aqui é sobre a atitude de tirar do cargo um treinador que vinha bem apenas para fazer média com a torcida, porque era exatamente o que essa medida visava. Aliás, sem querer entrar em alguns outros temas mais polêmicos e delicados, é um pouco assustador ver que ainda existam diretorias de clubes que apóiam algumas filosofias da torcida, que no caso do Grêmio vão um pouco além do futebol de dentro do campo. Tendo em vista alguns problemas recentes que vêm ocorrendo, algo deveria ser revisto pelos homens de colarinho do Tricolor Gaúcho no sentido de controlar suas torcidas organizadas e manter um clima de paz no Olímpico.
É de se esperar também que, com o acontecido de hoje, ela tenha aprendido algo (do modo difícil) sobre entender que o que é melhor pro clube nem sempre agrada a torcida, à princípio, mas não se pode ser "populista" sempre e achar que dará resultado.
Sinceramente, não é de meu feitio criticar tenazmente algo ou alguém por um erro, até porque todos são passíveis de escorregões ao longo da vida. Adiciono ainda que, na tentativa de ser imparcial aqui no blog, procuro não deixar que essas críticas sobressaiam demais nos textos, mesmo quando deveriam. Acho que sou um pouco de morde-assopra, ou talvez eu tente mostrar sempre os dois lados da moeda. Porém, hoje não há.
O Grêmio pagou um alto preço pela sua "filosofia de jogo" (entre aspas, pela estupidez que significa adotar algo do tipo, quando tratamos de um clube e não de um técnico ou grupo de jogadores). Demitir Vágner Mancini durante o Gaúchão, quando ele vinha em uma boa fase, apenas porque ele jogava de forma ofensiva demais para os padrões Grêmio de jogo foi uma das coisas mais rídiculas que já vi em (alguns poucos, admito) anos de futebol.
Para seu lugar trouxeram Celso Roth, que não é um técnico ruim, mas que trouxe de volta exatamente o que o clube parecia querer: futebol feio e, nas palavras dos torcedores, eficiente. Pois aí está hoje comprovada a eficiência do futebol do Grêmio, sendo sumariamente humilhado frente a um time sem maiores pretensões no campeonato, em um jogo decisivo da reta final. E aí?
Vejam bem, não digo e nem teria a ousadia de dizer que, com Mancini, o Grêmio seria campeão, ou algo do tipo. O tema central aqui é sobre a atitude de tirar do cargo um treinador que vinha bem apenas para fazer média com a torcida, porque era exatamente o que essa medida visava. Aliás, sem querer entrar em alguns outros temas mais polêmicos e delicados, é um pouco assustador ver que ainda existam diretorias de clubes que apóiam algumas filosofias da torcida, que no caso do Grêmio vão um pouco além do futebol de dentro do campo. Tendo em vista alguns problemas recentes que vêm ocorrendo, algo deveria ser revisto pelos homens de colarinho do Tricolor Gaúcho no sentido de controlar suas torcidas organizadas e manter um clima de paz no Olímpico.
É de se esperar também que, com o acontecido de hoje, ela tenha aprendido algo (do modo difícil) sobre entender que o que é melhor pro clube nem sempre agrada a torcida, à princípio, mas não se pode ser "populista" sempre e achar que dará resultado.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Dunga e mais uma trapalhada
Mais uma vez, o Dunga estragou tudo em um jogo. A vitória sólida, contundente e até inesperada pôs por terra as "supostas" pretensões da CBF de alçar Muricy Ramalho ao cargo de treinador da seleção. E agora?
Sobre o jogo de ontem, é difícil fazer qualquer análise sobre a partida em si. O Brasil jogou à todo vapor, enquanto Portugal parecia estar com o freio de mão puxado. Muito se esperava de Kaká e Cristiano Ronaldo, mas só o primeiro retribuiu a expectativa depositada nele, já que o português fez uma partida bem abaixo do esperado.
Para não faltar um elogio justo, dentro do que é considerado a base de trabalho de Dunga, o meio campo armado pelo treinador é de longe o melhor de toda a "Era Dunga". Por mais que desagrade algumas pessoas, dificilmente a escalação mudará da água para o vinho, e não pode nem de longe ser considerada ruim. Obviamente sempre existirão dissidências sobre quais jogadores são convocados e escalados, mas no que diz respeito ao padrão de jogo, parece que o time está formado. Ao menos, espero que sim.
Sejamos justos; verdade que Dunga fez algumas trapalhadas durante seu período como treinador, e ainda as fará, pois é um técnico com pouca experiência. Porém, é extremamente injusto receber o tanto de críticas que recebe, e da maneira que vêm. Apesar de sua rabugice constante, é claro e manifesto o pouco respeito que torcida e parte da imprensa têm com ele, o que torna a relação entre as partes complicada e completamente compreensível.
Sobre o jogo de ontem, é difícil fazer qualquer análise sobre a partida em si. O Brasil jogou à todo vapor, enquanto Portugal parecia estar com o freio de mão puxado. Muito se esperava de Kaká e Cristiano Ronaldo, mas só o primeiro retribuiu a expectativa depositada nele, já que o português fez uma partida bem abaixo do esperado.
Para não faltar um elogio justo, dentro do que é considerado a base de trabalho de Dunga, o meio campo armado pelo treinador é de longe o melhor de toda a "Era Dunga". Por mais que desagrade algumas pessoas, dificilmente a escalação mudará da água para o vinho, e não pode nem de longe ser considerada ruim. Obviamente sempre existirão dissidências sobre quais jogadores são convocados e escalados, mas no que diz respeito ao padrão de jogo, parece que o time está formado. Ao menos, espero que sim.
Sejamos justos; verdade que Dunga fez algumas trapalhadas durante seu período como treinador, e ainda as fará, pois é um técnico com pouca experiência. Porém, é extremamente injusto receber o tanto de críticas que recebe, e da maneira que vêm. Apesar de sua rabugice constante, é claro e manifesto o pouco respeito que torcida e parte da imprensa têm com ele, o que torna a relação entre as partes complicada e completamente compreensível.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Crise em Madrid, calmaria em Barcelona
Durante a pré-temporada européia, quem viu as contratações do Barcelona e toda sua "reestruturação" depois de um ciclo de sucessos só podia esperar uma temporada complicada para os catalões. Enquanto isso, o Real Madrid, campeão, contratava pontualmente e se reforçou muito pouco para o ano, dando a pinta de que estava tudo tranquilo no time da capital espanhola.
Estava. Bastaram algumas derrotas em sequência com más atuações e tudo se tornou um caldeirão. Bem verdade que o time não vinha bem, apesar de ganhando, e mostrava muitos problemas defensivos, principalmente. Mesmo assim, o caos instaurado no Santiago Bernabéu depois das duas derrotas contra Juventus pela UCL e mais alguns tropeços no espanhol (entre eles contra o modestíssimo Valladolid) surpreendeu a muitos.
Alguns fatores unidos levaram a isso, já que uma Diretoria omissa (e um tanto quanto incompetente), um técnico pouco experiente e um elenco que há tempos têm egos difíceis de se controlar, misturados, não dariam uma boa mistura. Além disso, o time mostra que faltam algumas peças de reposição, em especial agora com a lesão de Ruud van Nistelrooy, que era peça chave no time.
Alheio aos problemas do rival, o Barcelona navega na calmaria rumo ao clássico, um dos mais importantes do futebol mundial. Uma bela inversão de papéis em pouco menos de 6 meses. O campeonato promete!
Estava. Bastaram algumas derrotas em sequência com más atuações e tudo se tornou um caldeirão. Bem verdade que o time não vinha bem, apesar de ganhando, e mostrava muitos problemas defensivos, principalmente. Mesmo assim, o caos instaurado no Santiago Bernabéu depois das duas derrotas contra Juventus pela UCL e mais alguns tropeços no espanhol (entre eles contra o modestíssimo Valladolid) surpreendeu a muitos.
Alguns fatores unidos levaram a isso, já que uma Diretoria omissa (e um tanto quanto incompetente), um técnico pouco experiente e um elenco que há tempos têm egos difíceis de se controlar, misturados, não dariam uma boa mistura. Além disso, o time mostra que faltam algumas peças de reposição, em especial agora com a lesão de Ruud van Nistelrooy, que era peça chave no time.
Alheio aos problemas do rival, o Barcelona navega na calmaria rumo ao clássico, um dos mais importantes do futebol mundial. Uma bela inversão de papéis em pouco menos de 6 meses. O campeonato promete!
sábado, 15 de novembro de 2008
O pisca-pisca Cruzeirense
O título fala por si: essa é a sina do Cruzeiro desde a fantástica Tríplice Coroa de Alex e cia, há alguns anos atrás. O que dá mais desgosto ao torcedor da Raposa é que o time raramente passou por momentos complicados ao longo dos anos recentes, sempre com boas equipes, a estrutura que já é marca do clube, um futebol de bom nível, e tudo isso se perde nos apagões esporádicos, mas regulares do time.
Muitos técnicos passaram pela Toca da Raposa, e nenhum conseguiu mudar esse comportamento anormal e inexplicável do time, que dá sempre sinais de que brigará forte pelo título, e que de repente põe tudo a perder em jogos menos complicados, ou quando não consegue o resultado em um jogo decisivo.
O Cruzeiro tem um bom time, mas que é superestimado. No fim do ano, provavelmente, os 3 jogadores fundamentais do time sairão, e não restará nada na equipe que a classifique como acima da média. Guilherme, Ramirez e Wagner são, sem dúvidas, ótimos jogadores, mas retém a maior parte da responsabilidade sobre o rendimento do time, e nem sempre podem corresponder. Isso, em parte, explica essa nova decepção para os simpatizantes da Raposa. O que preocupa é a parte inexplicável e desconhecida, que faz um dos times que disputa (ou disputava) o título nacional perder de forma tão contundente e até constrangedora para um time modesto como o do Náutico, mesmo jogando fora de casa.
Muitos técnicos passaram pela Toca da Raposa, e nenhum conseguiu mudar esse comportamento anormal e inexplicável do time, que dá sempre sinais de que brigará forte pelo título, e que de repente põe tudo a perder em jogos menos complicados, ou quando não consegue o resultado em um jogo decisivo.
O Cruzeiro tem um bom time, mas que é superestimado. No fim do ano, provavelmente, os 3 jogadores fundamentais do time sairão, e não restará nada na equipe que a classifique como acima da média. Guilherme, Ramirez e Wagner são, sem dúvidas, ótimos jogadores, mas retém a maior parte da responsabilidade sobre o rendimento do time, e nem sempre podem corresponder. Isso, em parte, explica essa nova decepção para os simpatizantes da Raposa. O que preocupa é a parte inexplicável e desconhecida, que faz um dos times que disputa (ou disputava) o título nacional perder de forma tão contundente e até constrangedora para um time modesto como o do Náutico, mesmo jogando fora de casa.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Tudo azul
Ontem o Avaí coroou um trabalho digníssimo na segunda divisão. Um time com pouco investimento, que montou uma equipe enxuta de alguns bons jogadores, tendo inclusive negociado Vandinho no meio do ano com o Flamengo, e que nem perdendo seu principal artilheiro teve uma queda brusca de rendimento.
Em uma Série B dominada pelo gigante Corinthians e sua quantia absurda de dinheiro (nos padrões do campeonato que disputou), o Avaí se manteve sempre como um dos favoritos "depois do favorito", e soube o tempo todo que disputava 3 vagas para o acesso à elite do futebol nacional. Dessa forma, atingiu seus objetivos até com alguma tranquilidade e sem maiores problemas.
Fica aqui um elogio a ótima gestão do Avaí, e a esperança de que esse trabalho não empaque, para que o time dê o seu melhor na primeira divisão.
Em uma Série B dominada pelo gigante Corinthians e sua quantia absurda de dinheiro (nos padrões do campeonato que disputou), o Avaí se manteve sempre como um dos favoritos "depois do favorito", e soube o tempo todo que disputava 3 vagas para o acesso à elite do futebol nacional. Dessa forma, atingiu seus objetivos até com alguma tranquilidade e sem maiores problemas.
Fica aqui um elogio a ótima gestão do Avaí, e a esperança de que esse trabalho não empaque, para que o time dê o seu melhor na primeira divisão.
domingo, 9 de novembro de 2008
O fator Ancelotti
O degradante (para não dizer ridículo) empate do Milan com o Lecce hoje, pelo Campeonato Italiano, é só mais uma reprise de um filme velho. Quantas vezes não se viu a mesmíssima coisa que aconteceu hoje, só mudando o time adversário? O Milan sai na frente, o técnico resolve segurar o resultado mesmo tendo uma superioridade clara sobre a outra equipe e sofre um gol no fim da partidade, jogando por terra todos os últimos 90 minutos.
Isso é o fator Ancelotti, que decide mais jogos que bola parada, erros de arbitragem e falhas individuais, e sempre contra o Milan. Como de costume, as alterações no decorrer da partida feitas pelo italiano acabam aleijando a criatividade e ofensividade de seu time, que passa de controlador à controlado no jogo. E assim se vão mais alguns pontinhos valiosos.
Verdade seja dita, ao menos os "11 iniciais" de Ancelotti melhoraram muito com as contratações dessa temporada, e passou a atuar mais pra frente do que era o usual. Uma pena que ele mesmo decida acabar com essa postura depois de fazer um mísero gol, independente do time.
Da série perguntar não ofende: alguém lembra o último jogo que o Ancelotti decidiu com uma alteração?
Isso é o fator Ancelotti, que decide mais jogos que bola parada, erros de arbitragem e falhas individuais, e sempre contra o Milan. Como de costume, as alterações no decorrer da partida feitas pelo italiano acabam aleijando a criatividade e ofensividade de seu time, que passa de controlador à controlado no jogo. E assim se vão mais alguns pontinhos valiosos.
Verdade seja dita, ao menos os "11 iniciais" de Ancelotti melhoraram muito com as contratações dessa temporada, e passou a atuar mais pra frente do que era o usual. Uma pena que ele mesmo decida acabar com essa postura depois de fazer um mísero gol, independente do time.
Da série perguntar não ofende: alguém lembra o último jogo que o Ancelotti decidiu com uma alteração?
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Choros e apitos
Uma coisa marcante desse ano foi a cena (acho que inédita) do time do Botafogo na entrevista coletiva depois da derrota para o Flamengo, pelo Campeonato Carioca. O chamado "chororô" foi tema de discussão por algum tempo, gerou piadas, teve simpatizantes, criou cantos de torcidas... E tem tudo para voltar.
Em um espaço de 10 dias o Botafogo foi prejudicado em dois jogos consecutivos. Contra o São Paulo, um lance que alguns consideram "questionável", o que eu concordo (embora ache que alguns lances questionáveis contra o São Paulo quase sempre sejam decididos à favor da equipe paulista). Já contra o Atlético MG, dois erros grosseiros decidiram a partida, jogando por terra todo o trabalho do time no ano. O Botafogo tinha condições de manter o empate contra o São Paulo em casa, que era um bom resultado, e muito provavelmente ganharia do Atlético, em Minas, e somaria importantes 4 pontos, que o manteriam vivo no Campeonato. Não aconteceu.
Enquanto isso, uma batalha era travada fora dos campos. Por algum motivo, Botafogo x Flamengo seria jogado no Maracanã, sob a alegação da "falta de segurança" nos entornos do estádio. Bom, nesse caso acho que o melhor seria suspender todos os clássicos do Brasileirão, até porque no Flamengo x Vasco houve problemas sérios no metrô, nos ônibus e até na Avenida Brasil.
Mais uma vez, prevaleceu o "mau-senso", e o Botafogo "perdeu" um mando de campo, sem motivo. O time teria todos os motivos do mundo para reclamar, e alguns torcedores inclusive eram a favor de que o Botafogo entrasse em campo no Engenhão, enquanto o Flamengo o faria no Maracanã, e aí levar a questão para um tribunal arbitral. A hipótese foi descartada, sem maiores comentários da Diretoria "chorona".
Por fim, os fogos de artifício da festa: está escalado para partida o mesmo árbitro da fatídica final do Carioca. O que dizer sobre isso? Não basta ser prejudicado seguidamente (deixando claro que não acredito em complô, apesar de tudo isso), e agora é preciso "judiar" do Botafogo, retirando jogos do seu estádio e escalando juízes envolvidos em polêmicas com os dois times e que não vem apitando bem ao longo do ano?
É, não há muito mais o que dizer. O pior é ver que, caso aconteça algum problema em campo, dirão que o Botafogo é "desequilibrado" e "precisa de psicólogos". Com razão!
Em um espaço de 10 dias o Botafogo foi prejudicado em dois jogos consecutivos. Contra o São Paulo, um lance que alguns consideram "questionável", o que eu concordo (embora ache que alguns lances questionáveis contra o São Paulo quase sempre sejam decididos à favor da equipe paulista). Já contra o Atlético MG, dois erros grosseiros decidiram a partida, jogando por terra todo o trabalho do time no ano. O Botafogo tinha condições de manter o empate contra o São Paulo em casa, que era um bom resultado, e muito provavelmente ganharia do Atlético, em Minas, e somaria importantes 4 pontos, que o manteriam vivo no Campeonato. Não aconteceu.
Enquanto isso, uma batalha era travada fora dos campos. Por algum motivo, Botafogo x Flamengo seria jogado no Maracanã, sob a alegação da "falta de segurança" nos entornos do estádio. Bom, nesse caso acho que o melhor seria suspender todos os clássicos do Brasileirão, até porque no Flamengo x Vasco houve problemas sérios no metrô, nos ônibus e até na Avenida Brasil.
Mais uma vez, prevaleceu o "mau-senso", e o Botafogo "perdeu" um mando de campo, sem motivo. O time teria todos os motivos do mundo para reclamar, e alguns torcedores inclusive eram a favor de que o Botafogo entrasse em campo no Engenhão, enquanto o Flamengo o faria no Maracanã, e aí levar a questão para um tribunal arbitral. A hipótese foi descartada, sem maiores comentários da Diretoria "chorona".
Por fim, os fogos de artifício da festa: está escalado para partida o mesmo árbitro da fatídica final do Carioca. O que dizer sobre isso? Não basta ser prejudicado seguidamente (deixando claro que não acredito em complô, apesar de tudo isso), e agora é preciso "judiar" do Botafogo, retirando jogos do seu estádio e escalando juízes envolvidos em polêmicas com os dois times e que não vem apitando bem ao longo do ano?
É, não há muito mais o que dizer. O pior é ver que, caso aconteça algum problema em campo, dirão que o Botafogo é "desequilibrado" e "precisa de psicólogos". Com razão!
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Real Freguesia
Para fazer justiça, estréio hoje aqui a parte "mundial" do Blog, como simpatizante do Real Madrid e para, digamos, cornetar a equipe espanhola.
Que jogo ridículo fez o Real nessa quarta feira. Meu Deus. Risível, para não dizer Chorável.
Casillas em um péssimo dia, a zaga sem segurança, o meio sem brilho e o ataque inoperante. De bom, houve uma atuação acima da média de Heinze, Diarra lutando muito e Van Nistelrooy tentando buscar o jogo, sem sucesso.
Aos que acharam que o "pequeno vexame" do primeiro jogo se deu por atuar fora de casa, está provado que a Juventus é superior na parte tática e individualmente é um time mais "equilibrado" do que o Real Madrid, no sentido em que os jogadores são mais mediados em todas as posições, enquanto o time merengue possui alguns buracos na equipe que são ocupados por jogadores de talento duvidoso. O que dizer da atuação ridícula do holandês Drenthe? E do vaga-lume Guti?
Sem deixar de falar do time italiano, que bola joga o Del Piero. Ícone de um time, de uma era e de uma torcida, faz valer sua vaga no time titular jogando muito futebol, ao contrário de um outro jogador que continua titularíssimo em sua equipe com uma bolinha um bocado murcha e irregular.
Que jogo ridículo fez o Real nessa quarta feira. Meu Deus. Risível, para não dizer Chorável.
Casillas em um péssimo dia, a zaga sem segurança, o meio sem brilho e o ataque inoperante. De bom, houve uma atuação acima da média de Heinze, Diarra lutando muito e Van Nistelrooy tentando buscar o jogo, sem sucesso.
Aos que acharam que o "pequeno vexame" do primeiro jogo se deu por atuar fora de casa, está provado que a Juventus é superior na parte tática e individualmente é um time mais "equilibrado" do que o Real Madrid, no sentido em que os jogadores são mais mediados em todas as posições, enquanto o time merengue possui alguns buracos na equipe que são ocupados por jogadores de talento duvidoso. O que dizer da atuação ridícula do holandês Drenthe? E do vaga-lume Guti?
Sem deixar de falar do time italiano, que bola joga o Del Piero. Ícone de um time, de uma era e de uma torcida, faz valer sua vaga no time titular jogando muito futebol, ao contrário de um outro jogador que continua titularíssimo em sua equipe com uma bolinha um bocado murcha e irregular.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Sobre Maradona e sua nova carreira
É impossível deixar passar a oportunidade de falar sobre a entrada de Maradona no cargo de técnico da Seleção Argentina de Futebol. Uma escolha surpreendente, mas que nem de longe incomoda os argentinos em geral. Estranho, aliás, que essa escolha lá não seja tão criticada quanto a do Dunga foi aqui, considerando que o segundo sempre foi muito mais profissional e bom exemplo do que o primeiro (e sabe tanto quanto o outro sobre táticas, esquemas de jogo, jogadas ensaiadas e etc, ou seja, quase nada).
Não há dúvidas, ao menos para mim, que Don Diego terá problemas com essa equipe. Ao contrário do que dizem, a Argentina não tem um time tão bom assim. Na verdade, ela alterna posições onde possui titulares absolutos e inquestionáveis e outras onde qualquer um serve. Literalmente. A defesa argentina é de doer, e só não passa mais sufoco por causa do regular (e nada mais que isso) Heinze e do ótimo volante Mascherano. O meio passa por constantes alterações, e Maradona ainda vai ter que lidar com o fato de que Aguero, Tevez e Messi disputam duas vagas (ou três, se mudar o esquema de jogo).
Para um técnico iniciante, certamente vai ser difícil lidar com as pressões e os dilemas que um seleção tradicional traz consigo. Mesmo com todo seu carisma e liderança, Dieguito vai ter que se virar para fazer a Argentina jogar bola e provar o que muitos dizem: sua posição como melhor futebol sulamericano, atualmente, equanto o Brasil come pelas beiradas (irregularmente) com Dunga.
É Maradona, vê lá no que você se meteu. De todas as suas carreiras, essa é a que pode te fazer mais mal.
Não há dúvidas, ao menos para mim, que Don Diego terá problemas com essa equipe. Ao contrário do que dizem, a Argentina não tem um time tão bom assim. Na verdade, ela alterna posições onde possui titulares absolutos e inquestionáveis e outras onde qualquer um serve. Literalmente. A defesa argentina é de doer, e só não passa mais sufoco por causa do regular (e nada mais que isso) Heinze e do ótimo volante Mascherano. O meio passa por constantes alterações, e Maradona ainda vai ter que lidar com o fato de que Aguero, Tevez e Messi disputam duas vagas (ou três, se mudar o esquema de jogo).
Para um técnico iniciante, certamente vai ser difícil lidar com as pressões e os dilemas que um seleção tradicional traz consigo. Mesmo com todo seu carisma e liderança, Dieguito vai ter que se virar para fazer a Argentina jogar bola e provar o que muitos dizem: sua posição como melhor futebol sulamericano, atualmente, equanto o Brasil come pelas beiradas (irregularmente) com Dunga.
É Maradona, vê lá no que você se meteu. De todas as suas carreiras, essa é a que pode te fazer mais mal.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Craque do Campeonato?
Por algumas vezes durante o ano foi levantada a questão sobre o enfraquecimento do futebol no Brasil. Muitos dizem que os craques e bons jogadores são levados daqui, e fazemos um campeonato apenas com "sobras" e jogadores velhos. Uma injustiça, embora não longe da verdade.
Durante a tão falada janela de transferências do meio do ano muitos jogadores foram para a Europa. A diferença é que antes mesmo dela, o futebol mostrado aqui já não era dos melhores. Tirando alguns poucos jogadores, cinco ou seis no máximo, os outros eram apenas comuns ou jogadores extremamente jovens, que não passam de apostas para os clubes no exterior (e que seriam igualmente apostas aqui). Então a culpa pelo o "baixo nível técnico" não é dos clubes de fora.
Deixando de lado essa questão, e indo ao que realmente interessa, ao menos nessa postagem: quem é o craque do Brasileirão? Sem dúvida, difícil escolher. O Brasil vem primando pelo jogo coletivo, e é raro que um jogador só desequilibre várias partidas ao longo do ano. A saída dos "craques" contribui para isso. Assim, só nos resta escolher os mais regulares. Fica registrado aqui meu pitaco: Alex, do Internacional.
Outros dignos de nota são Keirrisson (que deve levar o prêmio de Revelação), Nilmar (voltou a jogar bem depois de todos os problemas físicos), Diego Souza e Alex (que decidiram algumas partidas a favor de seus times, mesmo atuando no meio) e Vitor (fechou o gol do Grêmio vários jogos).
Concorda? Discorda? Deixe seu palpite nos comentários dessa postagem!
Durante a tão falada janela de transferências do meio do ano muitos jogadores foram para a Europa. A diferença é que antes mesmo dela, o futebol mostrado aqui já não era dos melhores. Tirando alguns poucos jogadores, cinco ou seis no máximo, os outros eram apenas comuns ou jogadores extremamente jovens, que não passam de apostas para os clubes no exterior (e que seriam igualmente apostas aqui). Então a culpa pelo o "baixo nível técnico" não é dos clubes de fora.
Deixando de lado essa questão, e indo ao que realmente interessa, ao menos nessa postagem: quem é o craque do Brasileirão? Sem dúvida, difícil escolher. O Brasil vem primando pelo jogo coletivo, e é raro que um jogador só desequilibre várias partidas ao longo do ano. A saída dos "craques" contribui para isso. Assim, só nos resta escolher os mais regulares. Fica registrado aqui meu pitaco: Alex, do Internacional.
Outros dignos de nota são Keirrisson (que deve levar o prêmio de Revelação), Nilmar (voltou a jogar bem depois de todos os problemas físicos), Diego Souza e Alex (que decidiram algumas partidas a favor de seus times, mesmo atuando no meio) e Vitor (fechou o gol do Grêmio vários jogos).
Concorda? Discorda? Deixe seu palpite nos comentários dessa postagem!
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Renato das Neves e seu único anão
E o Vasco se aproxima mais da degola! O empate contra o Atlético-PR, em casa, não trouxe nenhum consolo a nenhum vascaíno. Alguns podem dizer que, na situação, não foi um resultado ruim. Faltando seis rodadas para o fim do Campeonato, eu afirmo que foi.
Porém, cabe uma ressalva ao "grande" herói cruzmaltino, o "gigante" da Colina, Mádson, que vem salvando o time do rebaixamento prematuro. Correndo o jogo todo, dando sangue pelo (fraco) time do Vasco, ele tenta suprir o pouco talento de alguns jogadores do time (o que é impossível, dado tamanha falta de qualidade atuando junta pelo Vasco da Gama). É um dos que tem que ser observado com carinho pelos dirigentes do time, porque caindo ou ficando na primeira divisão, é peça fundamental para a equipe. Renato Gaúcho tem que agradecer todas as noites por ter um jogador tão comprometido como Mádson em campo, em contraste com o hiper-displicente Valmir e com o trapalhão Jorge Luís. Aliás, porque eles continuam titulares? É impossível que não haja nos Juniores alguém capaz de entrar no lugar de tamanhos "pesos mortos".
Parece que Renato Gaúcho acredita em contos de fadas... E assim seguem ele e seu solitário anão, lutando contra o que cada vez mais se assoma como inevitável.
Porém, cabe uma ressalva ao "grande" herói cruzmaltino, o "gigante" da Colina, Mádson, que vem salvando o time do rebaixamento prematuro. Correndo o jogo todo, dando sangue pelo (fraco) time do Vasco, ele tenta suprir o pouco talento de alguns jogadores do time (o que é impossível, dado tamanha falta de qualidade atuando junta pelo Vasco da Gama). É um dos que tem que ser observado com carinho pelos dirigentes do time, porque caindo ou ficando na primeira divisão, é peça fundamental para a equipe. Renato Gaúcho tem que agradecer todas as noites por ter um jogador tão comprometido como Mádson em campo, em contraste com o hiper-displicente Valmir e com o trapalhão Jorge Luís. Aliás, porque eles continuam titulares? É impossível que não haja nos Juniores alguém capaz de entrar no lugar de tamanhos "pesos mortos".
Parece que Renato Gaúcho acredita em contos de fadas... E assim seguem ele e seu solitário anão, lutando contra o que cada vez mais se assoma como inevitável.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Aspirações do Brasileirão
Aproxima-se a hora tão esperada. O fim do campeonato bate às portas do espectador de futebol, e aumenta a tensão do torcedor em relação ao seu time. Muitos palpites foram feitos ao longo da temporada, mas em meio a um campeonato tão equilibrado e surpreendente como foi o desse ano, a maioria das previsões erraram (e feio) os respectivos alvos.
Vejam, por exemplo, o Internacional. Antes do campeonato começar era difícil achar algum especialista que não apontasse o Inter como um dos favoritos ao título. O time possui estrutura, um bom elenco, contratou bem na janela do meio do ano e... nada aconteceu. O Inter amarga uma inssossa oitava colocação, sem aspiração para nada além da sulamericana (praticamente garantida). Enquanto isso, o rival Grêmio, com um time de menor talento individual, mas com um bom jogo coletivo e esquema mais sólido, é líder! Vai entender!
E o Fluminense? Chegou à final da Libertadores da América, mostrava um futebol fantástico, mandando de volta pra casa Boca Juniors e São Paulo, times de grande expressão na competição. Quando parecia que era só correr pro abraço e levantar o caneco, perdeu o título e, não obstante, SE perdeu no Campeonato Brasileiro. Verdade que o time foi aleijado no meio do ano, com a saída da estrela principal do time, Thiago Neves, e de peças importantes para o esquema tricolor, como Gabriel e Cícero.
O Goiás é um fenômeno! Considerado na metade do Campeonato como sério candidato ao rebaixamento, teve uma arrancada nos moldes do Flamengo do ano passado. Isso aconteceu mesmo com poucas contratações e a chegada de um técnico mais desconhecido (Helio dos Anjos), mas que vem fazendo um ótimo trabalho.
Por outro lado, sejamos justos. Alguns palpites que em dado momento pareciam absurdos, acabaram por fim se tornando realidades palpáveis. Depois de passar 2/3 do campeonato aos trancos e barrancos, o São Paulo chegou e é candidatíssimo ao título. O Palmeiras, que mostrava um bom time comandado por Vanderlei Luxemburgo, já começou o ano como concorrente aos lugares de cima da tabela está ali, na quarta posição. E assim seguiu o campeonato mais indecifrável e disputado da história do Campeonato Brasileiro. Quem ganha com a emoção de jogos decisivos até a última rodada é o torcedor, que rói as unhas e assiste cada jogo com a emoção de uma final.
Vejam, por exemplo, o Internacional. Antes do campeonato começar era difícil achar algum especialista que não apontasse o Inter como um dos favoritos ao título. O time possui estrutura, um bom elenco, contratou bem na janela do meio do ano e... nada aconteceu. O Inter amarga uma inssossa oitava colocação, sem aspiração para nada além da sulamericana (praticamente garantida). Enquanto isso, o rival Grêmio, com um time de menor talento individual, mas com um bom jogo coletivo e esquema mais sólido, é líder! Vai entender!
E o Fluminense? Chegou à final da Libertadores da América, mostrava um futebol fantástico, mandando de volta pra casa Boca Juniors e São Paulo, times de grande expressão na competição. Quando parecia que era só correr pro abraço e levantar o caneco, perdeu o título e, não obstante, SE perdeu no Campeonato Brasileiro. Verdade que o time foi aleijado no meio do ano, com a saída da estrela principal do time, Thiago Neves, e de peças importantes para o esquema tricolor, como Gabriel e Cícero.
O Goiás é um fenômeno! Considerado na metade do Campeonato como sério candidato ao rebaixamento, teve uma arrancada nos moldes do Flamengo do ano passado. Isso aconteceu mesmo com poucas contratações e a chegada de um técnico mais desconhecido (Helio dos Anjos), mas que vem fazendo um ótimo trabalho.
Por outro lado, sejamos justos. Alguns palpites que em dado momento pareciam absurdos, acabaram por fim se tornando realidades palpáveis. Depois de passar 2/3 do campeonato aos trancos e barrancos, o São Paulo chegou e é candidatíssimo ao título. O Palmeiras, que mostrava um bom time comandado por Vanderlei Luxemburgo, já começou o ano como concorrente aos lugares de cima da tabela está ali, na quarta posição. E assim seguiu o campeonato mais indecifrável e disputado da história do Campeonato Brasileiro. Quem ganha com a emoção de jogos decisivos até a última rodada é o torcedor, que rói as unhas e assiste cada jogo com a emoção de uma final.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Post inaugural
Admito, não é a primeira (mas espero que seja a última) vez que começo um blog esportivo. Assumo também minha parcela de culpa pelos fiascos anteriores: sou uma pessoa facilmente atingível pela preguiça. Porém, estou agora mais motivado do que nunca, focado no objetivo de divulgar minhas opiniões (que julgo boas!) e espalhar minha ideologia futebolística como folhas ao vento, fazendo valer minha função de "formador de opinião".
Espero ganhar visitantes assíduos, com o tempo, e estou aceitando sugestões nos comentários das postagens, seja para futuros posts ou para mudanças no layout da página, tudo para tornar a experiência de visitar esse pequeno cantinho da web em algo mais agradável e produtivo.
Bom, acho que isso é tudo por agora. Já estou preparando algo para amanhã ou depois. A idéia é não passar mais de dois ou três dias sem textos aqui, e vamos ver no que dá.
Obrigado pela atenção!
Espero ganhar visitantes assíduos, com o tempo, e estou aceitando sugestões nos comentários das postagens, seja para futuros posts ou para mudanças no layout da página, tudo para tornar a experiência de visitar esse pequeno cantinho da web em algo mais agradável e produtivo.
Bom, acho que isso é tudo por agora. Já estou preparando algo para amanhã ou depois. A idéia é não passar mais de dois ou três dias sem textos aqui, e vamos ver no que dá.
Obrigado pela atenção!
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