Pior que a lamentável ofensa racista de Maxi López no jogo de ontem entre Cruzeiro e Grêmio são as reações de alguns jogadores, que parecem querer tirar uma casquinha do momento. Além disso, a tentativa de pintar o argentino como o pior dos seres humanos é igualmente risível.
Primeiro, não estou relevando a gravidade do ato racista. O crime de racismo é um dos piores males da humanidade e deve ser severamente combatido. Só que do jeito que tratam o assunto, parece se tratar de algo inédito e completamente inaceitável (nas circunstâncias de um jogo decisivo com plcar adverso). Parece até que Maxi López matou alguém.
Mais que isso, as declarações dos outros jogadores são patéticas. Aparentemente treina-se pouco no Brasil, já que todos parecem ter tempo de sobra para ficar dando pitacos em casos que deveriam ficar restritos aos envolvidos. O volante Cristian dizer que é para "dar um murro" em quem faz isso é inacreditável. Em suma, qualquer ofensa sobre a sexualidade do adversário (como andou na moda até um tempo atrás) é igualmente motivo para sair no tapa. Derramamento de sangue em massa no gramado ao menor "filho disso" e afins.
Será que Maxi López (e outros tantos estrangeiros que atuam ou já atuaram no Brasil) nunca foram chamados de "gringos", ou no caso específico de Maxi, de "Barbie" (seu apelido na época de Barcelona). Se foi, é caso de polícia também, como pregam alguns.
Não preciso nem assumir, já que lendo esse texto fica claro que para mim dentro de campo vale tudo. O juíz não existe por acaso. Ofensas e palavras ríspidas fazem parte do futebol, e o árbitro está dentro de campo para controlar os ânimos e fazer com que as regras sejam seguidas. Se não há nada contra xingamentos e ofensas na regra, nada pode ser feito a respeito. Cito o célebre caso de Zidane e Materazzi, onde o italiano teve que ofender quatro familiares diferentes do francês até ser agredido. O expulso foi Zidane, corretamente, seguindo à risca as regras do esporte.
As pessoas deveriam é ficar quietas e deixar que o caso seja resolvido pelos envolvidos. Maxi tem que ter consciência da gravidade de seu ato, não dentro do campo de jogo, mas sim como exemplo que dá e pelo cidadão que é. Já Elicarlos devia deixar de agir como uma criancinha sentimentalóide e dar a resposta em campo. Classificar o Cruzeiro para a final é uma boa vingança para cima daquele que o ofendeu. E fica por isso mesmo.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Absurdo!
A demissão de Muricy Ramalho é um dos maiores absurdos do futebol brasileiro desde a instituição dos pontos corridos. Como um técnico tri-campeão, que resgata um time mediano no cenário nacional e o transforma em primeira força no país pode ser demitido dessa maneira? O elenco segue prestigiado sem jogar absolutamente nada e o técnico, indiscutivelmente o maior responsável pelo sucesso do time é descartado assim?
O que esperar de um grupo cheio de nomes duvidosos, onde o milagreiro era o técnico e não um jogador dentro de campo? O Campeonato Paulista pode realmente ter sido uma decepção grande, por se tratar de um título fácil de ganhar, mas convenhamos que não vale absolutamente nada. Além disso, perder na Libertadores para um time bem superior que é o Cruzeiro não é nem um pouco desmoralizante.
O SPFC nunca foi favorito para competição alguma esse ano, pelo menos no quesito futebol jogado. Se alguns acreditavam em um sucesso milagroso, graças à força do "elenco" e etc, uma pena. Já deveriam saber que futebol se vence dentro de campo e não por fatores administrativo. Se o São Paulo tem o REFFIS, um ótimo CT e uma boa estrutura, isso nem de longe é garantia total e absoluta de que, com um elenco fraco, é favorito.
Para finalizar, um pensamento lógico: mesmo que o time do São Paulo ainda fosse uma máquina, alguma hora não seria campeão. E aí, sacariam Muricy mesmo assim? A fase de domínio do SPFC no futebol nacional acabou esta noite, quando demitiram o melhor técnico brasileiro na atualidade, e vai demorar para voltar.
O que esperar de um grupo cheio de nomes duvidosos, onde o milagreiro era o técnico e não um jogador dentro de campo? O Campeonato Paulista pode realmente ter sido uma decepção grande, por se tratar de um título fácil de ganhar, mas convenhamos que não vale absolutamente nada. Além disso, perder na Libertadores para um time bem superior que é o Cruzeiro não é nem um pouco desmoralizante.
O SPFC nunca foi favorito para competição alguma esse ano, pelo menos no quesito futebol jogado. Se alguns acreditavam em um sucesso milagroso, graças à força do "elenco" e etc, uma pena. Já deveriam saber que futebol se vence dentro de campo e não por fatores administrativo. Se o São Paulo tem o REFFIS, um ótimo CT e uma boa estrutura, isso nem de longe é garantia total e absoluta de que, com um elenco fraco, é favorito.
Para finalizar, um pensamento lógico: mesmo que o time do São Paulo ainda fosse uma máquina, alguma hora não seria campeão. E aí, sacariam Muricy mesmo assim? A fase de domínio do SPFC no futebol nacional acabou esta noite, quando demitiram o melhor técnico brasileiro na atualidade, e vai demorar para voltar.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Será a Espanha tão melhor que o Brasil?
O grupo do Brasil é muito mais difícil do que o da Espanha, e isso é inegável. Itália é sempre Itália, os Estados Unidos não são nenhuma "baba" e o Egito mostrou ser uma equipe nada inocente, provando porque é bi-campeã da Copa Africana de Nações (e antes que critiquem as credenciais do torneio, é a mesma competição que a "toda-poderosa" Costa do Marfim de Drogba e cia joga, junto com Camarões, de Eto'o, além de outras equipes acertadinhas).
Pelo lado espanhol, a África do Sul é tecnicamente fraca, mas tem vontade e mostrou algum padrão de jogo. A Nova Zelândia não passa de uma equipe fisicamente forte, mas composta por jogadores pouco melhores que um apanhado formado no Aterro do Flamengo no domingo. Já o Iraque, que poderia ser uma surpresa, mostra que tem apenas um bom treinador e um goleiro seguro. É um grupo bem mais tranquilo que o do Brasil.
Por aí já começo a minha tese de que o Brasil fez um bom jogo contra Egito, apesar do placar sugerir o contrário. Na minha opinião, o Egito é a terceira força do torneio (melhor que os Estados Unidos), atrás de Brasil e Itália, duas seleções tradicionais e praticamente no mesmo patamar, e Espanha, a favorita. Apesar disso vi uma grande histeria criada em cima dos três gols sofridos, dois deles em cima de uma avenida deixada por Daniel Alves na direita. Afirmo com convicção de que se Maicon tivesse sido titular, teria sido um jogo bem mais tranquilo (mas não quero nem de longe culpar o lateral do Barça pela partida ter sido mais complicada; méritos do Egito por ter explorado essa característica mais ofensiva de Daniel).
Pra fechar, vamos lembrar de duas coisas fundamentais no futebol: historicamente o Brasil cresce em decisões. Já a Espanha, afina. Vamos ver o que acontece quando essas duas seleções se enfrentarem. Digo isso porque a única chance de o confronto não acontecer é a Fúria ser eliminada numa possível semifinal pela Azzurra, porque do contrário, seja na semi ou na final, teremos um Brasil x Espanha.
Pelo lado espanhol, a África do Sul é tecnicamente fraca, mas tem vontade e mostrou algum padrão de jogo. A Nova Zelândia não passa de uma equipe fisicamente forte, mas composta por jogadores pouco melhores que um apanhado formado no Aterro do Flamengo no domingo. Já o Iraque, que poderia ser uma surpresa, mostra que tem apenas um bom treinador e um goleiro seguro. É um grupo bem mais tranquilo que o do Brasil.
Por aí já começo a minha tese de que o Brasil fez um bom jogo contra Egito, apesar do placar sugerir o contrário. Na minha opinião, o Egito é a terceira força do torneio (melhor que os Estados Unidos), atrás de Brasil e Itália, duas seleções tradicionais e praticamente no mesmo patamar, e Espanha, a favorita. Apesar disso vi uma grande histeria criada em cima dos três gols sofridos, dois deles em cima de uma avenida deixada por Daniel Alves na direita. Afirmo com convicção de que se Maicon tivesse sido titular, teria sido um jogo bem mais tranquilo (mas não quero nem de longe culpar o lateral do Barça pela partida ter sido mais complicada; méritos do Egito por ter explorado essa característica mais ofensiva de Daniel).
Pra fechar, vamos lembrar de duas coisas fundamentais no futebol: historicamente o Brasil cresce em decisões. Já a Espanha, afina. Vamos ver o que acontece quando essas duas seleções se enfrentarem. Digo isso porque a única chance de o confronto não acontecer é a Fúria ser eliminada numa possível semifinal pela Azzurra, porque do contrário, seja na semi ou na final, teremos um Brasil x Espanha.
Decidam-se!
É um disparate a Seleção Brasileira vencer o Egito por 4x3 e tranquilo a favorita Espanha ficar em um magro 1x0 contra a bem mais fraca equipe do Iraque?
Decidam-se! Se o importante é jogar para frente, como o Brasil fez contra o Egito, não há motivos para reclamar de falhas no sistema defensivo contra uma equipe tecnicamente bem razoável. Se o que interessa mesmo é tranquilidade, não podem mais criticar a escalação dos "três volantes" e a postura mais conservadora do time, como vinha atuando.
A verdade é que alguns só querem reclamar. Sempre.
Decidam-se! Se o importante é jogar para frente, como o Brasil fez contra o Egito, não há motivos para reclamar de falhas no sistema defensivo contra uma equipe tecnicamente bem razoável. Se o que interessa mesmo é tranquilidade, não podem mais criticar a escalação dos "três volantes" e a postura mais conservadora do time, como vinha atuando.
A verdade é que alguns só querem reclamar. Sempre.
sábado, 13 de junho de 2009
Dorival e o "queridinho"
O trabalho de Dorival Júnior no Vasco é quase irretocável. Construindo um time do pó, fez uma equipe competitiva, de custo relativamente baixo e em pouquíssimo tempo. Foi bem no Campeonato Carioca, teve uma boa campanha na Copa do Brasil e, apesar de começar a Série B com alguns problemas, é quase certa a sua promoção de volta para a elite do futebol.
Isso tudo foi feito carregando aquele que, com motivos de sobra, chamo de "peso morto" para o time. É inadmissível que um treinador competente como Dorival tenha que ser refém de um jogador como o Carlos Alberto, que pouco produz e muito compromete. Mais que isso, é impressionante que ainda haja aqueles que defendem o jogador, acreditando mesmo que ele tem alguma utilidade para o time e que é perseguido pela arbitragem.
Ao longo de sua carreira, Carlos Alberto já mostrou que tem potencial para ser bom jogador. Sabe jogar bola, chama a responsabilidade, não afina sob pressão nem em jogo duro. Mas pior que os casos em que se mostrou pouco profissional, ao ir para noitadas, chegar atrasado e coisas do tipo, sua atitude dentro de campo prejudica imensamente os times por onde passou. Depois de um começo promissor, a carreira do meia foi entrando em uma espiral descendente que culmina hoje com a disputa da Série B depois de ser campeão da Champions com o Porto de Mourinho.
Dorival, não cometa mais esse erro. Se não é possível enquadrar o jogador, barre-o. Não deixe que Carlos Alberto afunde o bom time do Vasco e manche seu ótimo trabalho. Que o "queridinho" afunde sozinho, e não com o navio.
Isso tudo foi feito carregando aquele que, com motivos de sobra, chamo de "peso morto" para o time. É inadmissível que um treinador competente como Dorival tenha que ser refém de um jogador como o Carlos Alberto, que pouco produz e muito compromete. Mais que isso, é impressionante que ainda haja aqueles que defendem o jogador, acreditando mesmo que ele tem alguma utilidade para o time e que é perseguido pela arbitragem.
Ao longo de sua carreira, Carlos Alberto já mostrou que tem potencial para ser bom jogador. Sabe jogar bola, chama a responsabilidade, não afina sob pressão nem em jogo duro. Mas pior que os casos em que se mostrou pouco profissional, ao ir para noitadas, chegar atrasado e coisas do tipo, sua atitude dentro de campo prejudica imensamente os times por onde passou. Depois de um começo promissor, a carreira do meia foi entrando em uma espiral descendente que culmina hoje com a disputa da Série B depois de ser campeão da Champions com o Porto de Mourinho.
Dorival, não cometa mais esse erro. Se não é possível enquadrar o jogador, barre-o. Não deixe que Carlos Alberto afunde o bom time do Vasco e manche seu ótimo trabalho. Que o "queridinho" afunde sozinho, e não com o navio.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Favoritos = Vencedores?
Nada é mais irritante, ao menos para mim, do que respostas prontas. Seja em entrevistas coletivas ou debates, jogadores e jornalistas tiram muita gente do sério respondendo o óbvio e o politicamente correto. Compreensível para os profissionais da bola que, em época onde qualquer coisa é notícia e vira "incentivo" para o adversário, precisam se controlar na hora de falar alguma frase mais contundente.
Sem entrar nos méritos dos jogadores, por que seria longo demais (e vale um post mais adiante), vou falar dos "palpiteiros", tanto os profissionais quanto os amadores. Desde os que ganham dinheiro em programas de futebol até aqueles que só respondem uma pergunta inocente do amigo de bar. A pergunta é: "Quem é favorito para a Copa das Confederações".
A pessoa para, pensa, coça o queixo... Dá uma breve introdução sobre a dificuldade da competição e depois "cravam": "Favorito? Brasil, Espanha e Itália".
Primeiro, singular. Favorito. Um.
Segundo, em um torneio com África do Sul, Egito e outras babas nesse nível, Brasil, Espanha e Itália sobressaem e muito. Só faltava algum corajoso apostar nos Estados Unidos, talvez...
Por que tanto medo de errar? Quando é que favoritismo se tornou obrigatoriedade para ser o vencedor? Inclusive a história recente do futebol brasileiro mostra que quando fomos favoritos, não levamos, como em 2006. A história geral das Copas também carrega muitos casos de times muito superiores, por vezes jogando em sua própria casa, e perdendo (vide o Maracanazzo).
Favorito é apenas aquele que sai em vantagem, vem em fase melhor, com um bom time e alguns outros fatores que podem fazer a diferença. Nem por isso ele se torna imbatível ou virtual campeão.
E a Espanha é a favorita para a Copa das Confederações. Pronto, falei.
Sem entrar nos méritos dos jogadores, por que seria longo demais (e vale um post mais adiante), vou falar dos "palpiteiros", tanto os profissionais quanto os amadores. Desde os que ganham dinheiro em programas de futebol até aqueles que só respondem uma pergunta inocente do amigo de bar. A pergunta é: "Quem é favorito para a Copa das Confederações".
A pessoa para, pensa, coça o queixo... Dá uma breve introdução sobre a dificuldade da competição e depois "cravam": "Favorito? Brasil, Espanha e Itália".
Primeiro, singular. Favorito. Um.
Segundo, em um torneio com África do Sul, Egito e outras babas nesse nível, Brasil, Espanha e Itália sobressaem e muito. Só faltava algum corajoso apostar nos Estados Unidos, talvez...
Por que tanto medo de errar? Quando é que favoritismo se tornou obrigatoriedade para ser o vencedor? Inclusive a história recente do futebol brasileiro mostra que quando fomos favoritos, não levamos, como em 2006. A história geral das Copas também carrega muitos casos de times muito superiores, por vezes jogando em sua própria casa, e perdendo (vide o Maracanazzo).
Favorito é apenas aquele que sai em vantagem, vem em fase melhor, com um bom time e alguns outros fatores que podem fazer a diferença. Nem por isso ele se torna imbatível ou virtual campeão.
E a Espanha é a favorita para a Copa das Confederações. Pronto, falei.
domingo, 7 de junho de 2009
A carruagem virou abóbora
Meu Deus, o que aconteceu com aquela Seleção que jogava bonito, para frente, visando sempre marcar mais gols que o adversário? Onde está o time que, sempre ofensivo, conseguia se impor e trucidar as equipes, sumariamente. O que temos visto é uma série de resultados ruins e, sem esquecer, uma derrota humilhante para um time muito mais fraco, de maneira passiva.
Claro que eu estou falando da Argentina e sua ridícula quarta posição, podendo ser quinta ainda hoje, nas Eliminatórias.
Engraçado que, há alguns meses, Maradona era o Arauto Salvador do Bom Futebol. Um gênio imbuído do real espírito do esporte, atacar, fazer gols, escalar três atacantes e ir para cima. Enquanto isso, o técnico brasileiro era o malfeitor do futebol, escalando volantes que não sabem jogar, destruindo o legado vencedor da Seleção Brasileira, um verdadeiro vilão (e burro, muito burro) depois de uma derrota por 3x0 (fora de casa) para o Paraguai.
Agora, o inteligente Maradona é peça central do maior vexame da história do futebol argentino, tomando de 6x1 para a "poderosíssima" Bolívia e engatando vitórias suadas, feias, sofridas... Isso tudo com o super-esquema de vinte e cinco jogadores no ataque, um zagueiro e um meio campo formado só por craques que sabem jogar. Quem diz isso são os mesmos que criticam Dunga, o burro.
Burro este que.... deixa pra lá... Líder é líder. 4x0 é 4x0. Brasil sempre será Brasil.
Claro que eu estou falando da Argentina e sua ridícula quarta posição, podendo ser quinta ainda hoje, nas Eliminatórias.
Engraçado que, há alguns meses, Maradona era o Arauto Salvador do Bom Futebol. Um gênio imbuído do real espírito do esporte, atacar, fazer gols, escalar três atacantes e ir para cima. Enquanto isso, o técnico brasileiro era o malfeitor do futebol, escalando volantes que não sabem jogar, destruindo o legado vencedor da Seleção Brasileira, um verdadeiro vilão (e burro, muito burro) depois de uma derrota por 3x0 (fora de casa) para o Paraguai.
Agora, o inteligente Maradona é peça central do maior vexame da história do futebol argentino, tomando de 6x1 para a "poderosíssima" Bolívia e engatando vitórias suadas, feias, sofridas... Isso tudo com o super-esquema de vinte e cinco jogadores no ataque, um zagueiro e um meio campo formado só por craques que sabem jogar. Quem diz isso são os mesmos que criticam Dunga, o burro.
Burro este que.... deixa pra lá... Líder é líder. 4x0 é 4x0. Brasil sempre será Brasil.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Uma lista da discórdia
Mais do que selecionar aqui os melhores do ano, ou aqueles com números mais expressivos, coloco abaixo uma lista de jogadores que se destacaram ou merecem menção honrosa em uma seleção da temporada. Aviso antes, contém gosto pessoal.
Júlio César - Destaque da Internazionale, tirou o posto de melhor goleiro do mundo de Buffon, e com muitos méritos.
Chiellini - O típico jogador que se destaca sem fazer muito barulho. Seguro, firme e promissor.
Vidic - Uma temporada pior que a do ano passado, mas ainda assim, ótima.
Maldini - Porque é o Maldini e se despediu. Isso basta.
Maicon - Ganhar elogios de José Mourinho é raro. Ele conseguiu.
Xavi - Monstro. Jogou uma barbaridade ao longo do ano, brincando de dar assistências e passes impossíveis.
Gerrard - Jogador mais regular do mundo. Alto nível sempre.
Messi - Vai ganhar o troféu de melhor do mundo, e com razão. Mais que isso, teve que jogar muito para garantir o prêmio com Xavi, Gerrard e Ibrahimovic por aí.
Cristiano Ronaldo - Depois de um ano absurdo, um que passe apenas como "muito bom" parece pouco. Não é.
Pato - Provou que não era "filho da mídia", metendo gols e mostrando ser bom em muitos fundamentos. Temos que acompanhar o jovem de perto...
Ibrahimovic - Para quem não sabe o porquê dele estar na lista, veja um TOP 5 gols do atacante no ano. Se ainda assim não for o suficiente, veja os outros vinte e tantos marcados ao longo da temporada.
Repito. Há gosto pessoal. Mas, além disso, há méritos e muitos.
O que você mudaria nessa lista?
Júlio César - Destaque da Internazionale, tirou o posto de melhor goleiro do mundo de Buffon, e com muitos méritos.
Chiellini - O típico jogador que se destaca sem fazer muito barulho. Seguro, firme e promissor.
Vidic - Uma temporada pior que a do ano passado, mas ainda assim, ótima.
Maldini - Porque é o Maldini e se despediu. Isso basta.
Maicon - Ganhar elogios de José Mourinho é raro. Ele conseguiu.
Xavi - Monstro. Jogou uma barbaridade ao longo do ano, brincando de dar assistências e passes impossíveis.
Gerrard - Jogador mais regular do mundo. Alto nível sempre.
Messi - Vai ganhar o troféu de melhor do mundo, e com razão. Mais que isso, teve que jogar muito para garantir o prêmio com Xavi, Gerrard e Ibrahimovic por aí.
Cristiano Ronaldo - Depois de um ano absurdo, um que passe apenas como "muito bom" parece pouco. Não é.
Pato - Provou que não era "filho da mídia", metendo gols e mostrando ser bom em muitos fundamentos. Temos que acompanhar o jovem de perto...
Ibrahimovic - Para quem não sabe o porquê dele estar na lista, veja um TOP 5 gols do atacante no ano. Se ainda assim não for o suficiente, veja os outros vinte e tantos marcados ao longo da temporada.
Repito. Há gosto pessoal. Mas, além disso, há méritos e muitos.
O que você mudaria nessa lista?
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